ENQUETE PREMIADA "QUAK QUAK" !!!

Pato Donald, o pato resmungão mais famoso da Disney, completa 75 anos!!!

O temperamental Pato Donald, um dos personagens mais populares dos estúdios Disney, completa, no dia 9 de Junho, 75 anos, repletos de dezenas de histórias que levam a ininteligível ave com visual de marinheiro a viver sempre à beira de um ataque de nervos. (Fonte: UOL)

ENQUETE PREMIADA: QUEM É O "PATO DONALD" DA SUA VIDA REAL? E POR QUÊ?

Quem responder até o dia 30/06 concorrerá a um brinde do Garagem Cultural !!!!



Publicado por Garagem Cultural às 17h23
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Aprendendo a se divertir...

Patrícia Casé me disse ao telefone: “estou fazendo esforço para me divertir”.

Na hora, a frase me chocou: como forçar uma situação de prazer?

Depois, refletindo sobre o comentário aparentemente contraditório, vi que tinha uma certa razão. Somos rigorosos com o trabalho que envolve nossos sonhos. Mas nos deixamos levar por isto, e perdemos as pequenas distrações que dão sabor à vida.

As cordas que estão sempre tensas terminam desafinando. Os guerreiros que estão sempre treinando, perdem a espontaneidade na luta.

Então temos que exigir de nós mesmos um pouco de alegria. Não é difícil encontrá-la; está nas pequenas coisas do dia-a-dia.

É preciso fazer um esforço e se divertir, para não deixar que o bom combate vire rotina.

 

(www.paulocoelho.com.br / mensagem do dia)



Publicado por Garagem Cultural às 04h39
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Estamos deixando de ser idiotas?

Nação idiota é aquela em que os alunos saem da escola sem aprender a ler e escrever direito. Não há civilidade democrática que se construa a partir disso. Nesse sentido, somos uma nação idiotizada --e vamos ser por muito tempo. Há, porém, motivos para celebração, como este plano anunciado pelo governo federal para estimular a formação do professor.

 

O que se pretende é aprimorar a seleção de professor, além de aumentar a oferta e melhorar a qualidade dos cursos de formação nas universidades. É algo que vai ao encontro do anúncio do governo de São Paulo de obrigatoriedade de um curso antes de o professor, já aprovado em concurso, passar mais um tempo estudando.

 

Estamos tocando na essência do nosso subdesenvolvimento: a baixa qualificação dos professores. Isso se deve a toda uma mobilização, crescente, da sociedade pelo ensino público. É o avanço político mais importante do país.

 

Ainda é apenas o começo. Mas a verdade é que todas essas ideias só vão mesmo funcionar quando pudermos atrair os talentos da sociedade para dentro da escola. Atrair significa a combinação de salário com reconhecimento social.

 

Atrair talentos significa que uma comunidade coloca em primeiro lugar a qualificação de todos os seus integrantes, e não apenas da elite. A novidade é que nossa elite econômica não só aceita como se mobiliza a favor desse princípio tão simples.

 

Por isso, que a tarefa de melhoria da educação, só é comparável à abolição da escravatura.

Gilberto Dimenstein, 52, é membro do Conselho Editorial da Folha e criador da ONG Cidade Escola Aprendiz. Coordena o site de jornalismo comunitário da Folha. Escreve para a Folha Online às segundas-feiras.



Publicado por Garagem Cultural às 17h38
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Série: Lapidando a Alma

 

A vitória é questão de perspectiva. Nos sentimos "grande" ao menosprezar, debochar do próximo... mas também podemos nos sentir "grandes", vencendo medos, raivas, rancores, desejos de vinganças e etc...



Publicado por Garagem Cultural às 02h57
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Fidelidade...

Que venha a portabilidade


Aquela união projetada para durar a vida inteira não faz mais sentido numa sociedade em permanente mudança

ESTÁ CIRCULANDO na internet um documento intitulado "Que venha a portabilidade", elaborado pelo chamado Movimento pela Portabilidade Generalizada (MPG), chefiada por alguém que se autodenomina "Leandro Portátil".
O documento começa fazendo o elogio da portabilidade, agora implantada em todo o Brasil. Não se trata apenas de uma medida pontual de defesa do consumidor, garante. Trata-se de uma nova filosofia de vida, de uma nova concepção do mundo, tão revolucionária quanto o evolucionismo de Darwin, e que portanto não deve se restringir à telefonia móvel, deve ser aplicada às instituições em geral. Num futuro próximo, portabilidade será a palavra-chave em nossa existência, afirma o documento. E cita de imediato três áreas em que grandes mudanças podem ser conseguidas com essa simples, mas genial mudança: a) Portabilidade matrimonial. Está na hora de mudar o casamento tal como o conhecemos, afirma o MPG.
Aquela união projetada para durar a vida inteira não faz mais sentido numa sociedade em permanente mudança e, mais, sujeita a crises que bagunçam todos os conceitos e todas as crenças. Ao casar, diz o MPG, os noivos assinarão um documento aceitando a portabilidade matrimonial. Isso possibilitará a troca simples e automática de cônjuge, sem necessidade de qualquer providência legal. Todos os integrantes do Sistema de Portabilidade Matrimonial (e seus nomes figurarão num site especializado) poderão, a qualquer momento, optar por um novo marido ou uma nova esposa, mediante simples troca de domicílio.
b) Portabilidade política. Política, todos sabem, é coisa que muda. E os políticos frequentemente trocam de partido. Até agora isso vinha sendo dificultado pela legislação. A pergunta é: Por que? Por que não se pode trocar de sigla, de movimento, de ideias? De acordo com o MPG, a portabilidade política passaria a ser incluída no sistema eleitoral. Ao votar, as pessoas admitiriam automaticamente a possibilidade de seu candidato migrar, lépido e fagueiro, para uma outra legenda.
c) Portabilidade futebolística. Essa, o próprio MPG admite, é a portabilidade que provocará maior controvérsia. Sabe-se que as pessoas podem trocar de esposo ou de esposa, podem trocar de partido político -mas trocar de time, ao menos no Brasil, parece heresia. Contudo, diz o MPG, portabilidade é alguma coisa que os técnicos e os jogadores praticam há muito tempo; são regiamente pagos para trocar de time e ninguém estranha isso. Por que a regra não pode se aplicar aos torcedores?
Bastaria trocar a carteirinha e o lugar na torcida e pronto. As pessoas passariam a ver o jogo, e o mundo, de outra maneira.
O documento do MPG tem gerado muita controvérsia. A mídia está atrás do misterioso "Leandro Portátil", para que ele explique suas posições. Ninguém consegue encontrá-lo. Ele nunca está em lugar nenhum.
"La donna è mobile", diz a ópera.
Leandro é muito mais móvel. Graças, decerto, à portabilidade.

(MOACYR SCLIAR escreve, às segundas-feiras, um texto de ficção baseado em notícias publicadas na Folha)



Publicado por Garagem Cultural às 14h27
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Para jornalistas do bem...

Do deserto

Um homem larga a vida mundana e transforma-se em ermitão.

Longe do centro de decisões políticas da época, passa anos de sua vida tentando preparar o caminho para o Messias. Define-se como “a voz que clama no deserto”.

Num primeiro momento, podemos pensar que tal homem - João Batista - não teria qualquer influência em sua época. Mas a história nos mostra o contrário: sua presença foi fundamental na vida de Jesus.

Quantas vezes nos sentimos como vozes que clamam no deserto?

Nossas palavras parecem se perder no vento, nossos gestos aparentemente não despertam qualquer reação.

João persistiu; cabe a nós fazer o mesmo. As vozes que clamam no deserto são as que escrevem a história do seu tempo.

(Fonte: www.paulocoelho.com.br - Menu: Mensagem do dia)



Publicado por Garagem Cultural às 17h29
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Sobre liderança...

Do atuar

Um guerreiro sempre é consciente daquilo que vale a pena. Ele decide suas ações através da inspiração e da fé.

Entretanto, com frequência o guerreiro encontra pessoas que o chamam para atuar em lutas que não são as suas, em campos de batalha que ele não conhece - ou que não lhe interessa. Elas querem envolver o guerreiro da luz em desafios que são importantes para elas - mas não para ele.

Muitas vezes são pessoas próximas, que gostam do guerreiro; a namorada que se irritou com algo tolo, e provoca uma briga inútil; os pais, que têm uma visão diferente das atitudes diante da vida; os filhos, que não aceitam certas decisões ousadas do guerreiro.

Nestes momentos, o guerreiro sorri e demonstra o seu amor - mas não aceita a provocação. Um verdadeiro guerreiro da luz sempre escolhe seu campo de batalha.

(Fonte: www.paulocoelho.com.br - Menu: Mensagem do dia)



Publicado por Garagem Cultural às 17h27
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Carnaval em casa?

Desde o desfile das escolas de Samba de Rio e São Paulo até as festas populares, o Carnaval é onde todos aproveitam para se tranqüilizar, entrando na grande brincadeira que há nesta época do ano.

A felicidade contamina até aqueles que se dizem contra, por não gostarem de Samba ou Marchinhas. Ou alguém assume que ao passar os canais, nunca parou na Rede Globo para assistir aos desfiles, ou na Band para assistir aos blocos de Rua  na Bahia?

O sentimento contagiante que traz esta época do ano atrai pessoas do mundo todo para o Brasil, seja apenas para assistir a grandiosidade dos carros alegóricos da Sapucaí ou do Anhembi ou apenas para pular e brincar ouvindo uma daquelas marchinhas de décadas atrás.

A magia esta em sentir a musica te levar no compasso do seu corpo fazendo qualquer um dançar.

Porém há os que prefiram descansar, em locais sem muita agitação, como nos Hotéis Fazenda  que estão com suas vagas esgotadas para o primeiro grande feriado prolongado do ano.

Estes hotéis oferecem muitas possibilidades de relaxamento como passeios a cavalo, saunas, piscinas, e também passeios um pouco mais radicais como arvorismo, rappel, cachoeiras.

Com tantas opções por que passar este feriado prolongado em casa?

 

(Juliana Lamartine)



Publicado por Garagem Cultural às 20h41
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O Poder do Perdão

Queria compartilhar um aprendizado meu com a  escola da vida.

Acredito que aprendi um pouquinho sobre o poder do perdão.

Não gosto de falar ou escrever sobre coisas óbvias. Mas não era óbvio para mim.

O perdão liberta mesmo...

 

Já sabia que o rancor é como agonizar com o próprio veneno e que o arrependimento liberta... Óbvio para a maioria dos “sabidos”.

 

Mas descobri algumas etapas em relação a tais sentimentos. Primeiro nos é dito, depois dizemos que sabemos e, só depois, praticamos por convicção de espírito e força do caráter.

 

Ou seja, perdoar não é tão simples quanto dizer que perdoou. Sentir, realmente, no peito , leva tempo, e mais tempo ainda para alguns. Cada um tem seu tempo. Ninguém é pior por levar mais tempo para aprender. Faz parte do equilíbrio da vida. Não somos bons em tudo. Somos “bons imperfeitos”.

 

Durante os últimos anos vivi coisas intensas. Aquele momento crucial onde um jovem passa a ser adulto pelas decisões importantes que precisa tomar.

 

E um dos passos mais importantes que tive, foi o de aprender a perdoar. É, às vezes leva uma semana, um mês, mas já sou capaz. Quantos que dizem ser,  já são realmente capazes? Olha, não vale mentir pra você mesmo. Afinal, vc pode ler e refletir sobre o assunto, sozinho, trancado em seu quarto.

 

Amigo, sinceramente... Isso liberta. Enxergar que somos todos imperfeitos e aceitar isso, dá uma paz no peito...

 

E quando a gente perdoa pessoas que insistem em nos desejar o mal? Suspeito que alguma atitudes estejam faltando... Vou colocá-las em prática e depois as compartilho com vocês...

 

Às vezes quando um amigo insiste em ser traíra contigo, pode ser um jeito dele pedir mais atenção. Mas devemos pensar o quanto somos capazes de perdoar... Até porque, querer ser perfeito é tanta aflição quanto conviver com pessoas ciumentas e invejosas.

 

Todos temos sentimentos negativos às vezes, mas como cada um lida com isso é que faz a diferença.

 

Acho que somos traídos e agredidos por pessoas que estimamos só pra aprendermos o poder do perdão. É como se déssemos uma segunda chance ao próximo. E não é raro pedirmos uma segunda chance da vida de vez em quando... Melhor que pedir é poder oferecer...

 

 

OBS: mal ae pela má construção e formatação do texto... tô tentando voltar a escrever... perdi um pouco o jeito

 

Álvaro Rodrigues



Publicado por Garagem Cultural às 05h31
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Micrônicas

"MADONNA" EM BRASÍLIA

O boato era o de que alguma secretária, de por volta 25 anos, do presidente do  São Paulo Futebol Clube, um dia antes da partida decisiva do Brasileirão 2008, entre São Paulo e Goiás, havia enviado um envelope com convites do show da Madonna para o árbitro do jogo, que ocorreria no dia seguinte.

Mais rápido que a mídia online, a CBF, ao tomar conhecimento do caso, ordenou imediatamente a troca de árbitro. Dirigentes são-paulinos irritados, torcedores desconfiados, e o que ninguém entendeu é que o show da cantora pop seria realmente naquele dia, em Brasília.

A imprensa não tardou em descobrir que "Madonna", na verdade, era o apelido da secretária tricolor. Ela havia procurado não apenas o árbitro da decisão, como também, os seus auxiliares, sem esquecer de toda a defesa da equipe goiana. O intuito da moça era o de anunciar seu próprio strip-tease, em pleno estádio, atrás do gol do goleiro alviverde.

E não deu outra. Ou melhor, deu a outra... Ainda no primeiro tempo, falta na entrada da área para Rogério Ceni cobrar. No mesmo instante, a "artista" quebrou com um grito histérico o silêncio que precedia a cobrança. Logo em seguida, tratou logo de se despir, deixando o estádio perplexo...

O goleiro do Goiás deu as costas para o jogo e toda sua barreira logo tapou com a mãos a impressão obtida com a boa forma da mulher. Nem mesmo o sério Rogério Ceni conseguiu manter a concentração de costume e acertar o chute.

O ídolo tricolor errou, mas o bandeirinha, com o "convite" fazendo volume no bolso, não notou Borges aproveitando o rebote para fazer um gol em posição irregular e consequentemente dando o tricampeonato ao time do Morumbi.

No final, todos dançaram juntos: a Madonna, o "Goiás" e todos São Paulinos regojizados com a conquista. Graças à secretária "show de bola".

(Álvaro Rodrigues)



Publicado por Garagem Cultural às 23h02
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GC PRÊMIOS DA EDIÇÃO Nº10*

ESCLARECIMENTO: O GC PRÊMIOS DA EDIÇÃO Nº10 PREMIARÁ SOMENTE OS 10 PRIMEIROS E-MAILS QUE CHEGAREM À NOSSA CAIXA.

Quantas edições do Garagem Cultural você tem guardadas?

Aqueles que tiverem mais edições ganharão um brinde cada!

*Promoção válida até 30/06/2008

 



Publicado por Garagem Cultural às 10h33
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Exposição "Pet's", de Eduardo Srur, acontece entre as Pontes do Limão e da Casa Verde, nas duas bordas do Rio Tietê.

ENGARRAFAMENTOS*

O Rio e a Marginal, Tietê: Por volta das 15hs de um dia nublado, de um lado, a arte ironiza o fato, enquanto do outro lado, o fato ironiza a arte.

Criar e destruir, poderes concedidos ao homem? Lição Divina? Dons mal concebidos? No meio, na ‘dúvida’, a natureza agoniza... No mínimo, um excesso.

(Álvaro Rodrigues)

*Colaborou com o título, Cristiane Watanabe



Publicado por Garagem Cultural às 03h35
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ENQUETE:

Quem é craque atuando no futebol brasileiro hoje?

a) Hum... O Romário ainda joga?

b) Ah, ainda é o Edmundo!

c) Rogério Ceni, claro!

d) O Valdívia, que bem poderia se naturalizar brasileiro...

e) Não sei, não quero saber e tenho raiva de quem faz firula!

f) "Luxemburgo"



Publicado por Garagem Cultural às 18h01
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VALDÍVIA: MAGIA PARA 'DESENTORTAR' O FUTEBOL NACIONAL

Dois Contra Um: Força Versus Habilidade

 

    Valdívia é craque; enquanto entorta os defensores, ele desentorta o nosso futebol. Poucos ainda driblam e há quem ache uma ofensa utilizar tal recurso. Percebam que jamais os dribles geniais de Pelé e Garrincha prejudicaram  o futebol nacional. Mas sim, a falta de investimento nas categorias de base que tabela com o oportunismo de empresários e dirigentes gananciosos.

   Na história do futebol nacional, geralmente os jogadores mais técnicos, necessitaram de uma adequação física para suportarem o ritmo e a truculência desse esporte. Assim foi com Zico, Ronaldo, Denílson e Robinho. Ou seja, um aspirante a craque na maioria das vezes necessita de um cuidado diferenciado.

   Há uma escassez de jogadores técnicos atuando no país. Ora porque são vendidos precocemente a clubes estrangeiros, ora porque não são reconhecidos há tempo. E se o meio-campo é o lugar dos craques - como diz a música - há um vazio que faz com que os “cabeças-de-bagre” sintam-se soberanos no campo; aqueles que pregam a violência contra qualquer jogada ludibriosa.

   Oras bolas, driblar também faz parte do jogo. Se o jogador o faz sem objetividade, é um problema do seu time. Daí o injusto repúdio à ‘Foca do Kerlon’. As cincos estrelas não caíram por botinadas, elas caíram por graça...

      As peraltices de Valdívia divertem os amantes do verdadeiro futebol e contribuem inegavelmente para a ascensão do Palmeiras, mas causam desespero nos “jogadores de rugby”. Muitos desconhecem que o futebol surgiu nos dribles e não nas trombadas ou pancadas, panacas... Pelé é o maior, não só pelos gols, como também pelo show. O eterno camisa dez aliava força, habilidade e objetividade.

      As famílias cederam as arquibancadas aos selvagens; os gritos que ecoam nas arquibancadas são por jogadas violentas e vitórias sem brilho. Poucos lembrarão do time atual do São Paulo, exceção seja feita ao goleiro-craque Rogério Ceni. Esse sim, será imortalizado ao lado de Raí, Muller, Cerezzo e Cia. Porque não entregam a dez da Seleção a ele? Tudo bem, lhe entreguem a número um...

     Os gritos que ecoam das plásticas jogadas dos craques rasgam o mundo durante semanas, e na maioria das vezes, são eternizadas. Quem não se lembra do elástico que o Romário aplicou no Amaral? Ou da pedalada do Robinho em cima do volante Rogério? E dos quatro turcos correndo atrás do Denílson na Copa de 2002? Ou daquelas arrancadas intangíveis do Ronaldo no Barcelona?

   Entretanto, se o futebol não é circo e sim um negócio, cada vez mais vão pagar menos para ver esses “joãos” correndo e se batendo atrás da bola. Ronaldinho e Ronaldo lucram alto com publicidade. O “Pelé” é rentável até hoje. Quem compraria algo com a marca do Coelho ou do Luís Alberto? Só se forem as canelas do Valdívia...

(Álvaro Rodrigues)



Publicado por Garagem Cultural às 14h24
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